Crítica à Escolarização em Nietzsche, Illich e Foucault: modos de resistir ao presente

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Currículo sem fronteras (ISSN: 1645-1384)

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O objetivo deste texto é problematizar as tensões trazidas por três autores que guerrearam com uma “causa vencedora” – os processos de escolarização –, abrindo passagem ao exercício de crítica do que fazemos da escola, em nossa atualidade. Mais precisamente, de Friedrich Nietzsche, discutimos o apequenamento da educação e da cultura quando estas foram tomadas pelo Estado, fazendo nascer a escolarização obrigatória; de Ivan Illich, tensionando a relação direta entre escola e aprendizagem; e de Michel Foucault demarcamos sua ácida crítica às instituições de sequestro, valendo-nos especialmente das problematizações a respeito da escola assim como seus estudos posteriores sobre os processos de estatização e sobre biopolítica e governamentalidade. Em todos eles, um traço comum: a invenção de modos como mirar a escola de uma forma inabitual, desconfiando talvez daquilo que era quase impossível de ser estranhado (inclusive até hoje). No limite, os três autores colocaram em xeque a formação “humana” que reside nesse espaço e, ao fazer isso, convocaram nosso pensamento para escrutinar o presente.

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Educación, Education, Educação, Escolaridad obligatoria, Compulsory education, Escolarização obrigatória, Política educacional, Educational Policy, Scolarité obligatoire, Éducation

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